Dra. Joana Jazbik Médica · CRM 919241-RJ · RQE 31025 — Pediatria WhatsApp

Quando a criança não consegue dizer onde dói, o corpo dela conta de outro jeito.

Pediatria com investigação de comorbidades no autismo e no TDAH. Consultório no Recreio dos Bandeirantes, atendimento particular.

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Atendimento particular, sem convênio. Consulta longa, com avaliação completa.

Tradutor de comportamento

O que o comportamento do seu filho pode estar querendo dizer

Marque o que você vê em casa. Para cada item, mostro o que costuma ser atribuído direto ao autismo — e o que também merece ser investigado antes disso. Não é diagnóstico e não é opinião sobre o seu filho: é a lista de perguntas que uma consulta precisa cobrir.

Marque o que acontece em casa

Sua lista para a consulta

Nenhum sinal marcado ainda. As perguntas de cada item aparecem aqui.

    Este conteúdo é educativo e não substitui a consulta médica. Só uma avaliação presencial, com exame e história completa, permite concluir qualquer coisa sobre o seu filho.

    Levar essa lista para a consulta

    Sono no autismo

    71%

    pontuaram na faixa de problema de sono clinicamente significativo, em questionário validado

    30%

    tinham diagnóstico de distúrbio do sono

    A maioria apresenta o problema. A minoria tem o diagnóstico — e é essa distância que a consulta precisa fechar.

    Registro com 1.518 crianças autistas de 4 a 10 anos. Malow e cols., Pediatrics, 2016 — Autism Speaks Autism Treatment Network. Ver o estudo

    O problema

    Isso tem nome na literatura médica: ofuscamento diagnóstico

    É quando os sintomas de uma criança passam a ser atribuídos inteiramente ao diagnóstico que ela já tem, em vez de serem investigados como uma condição à parte.

    Na prática, funciona assim. A criança típica com dor de cabeça fala que está com dor de cabeça. A criança atípica, mesmo verbal, pode não entender o que está sentindo — ou não conseguir comunicar. Então ela irrita, bate na própria cabeça, bate a cabeça na parede.

    A criança típica com refluxo avisa que arde o peito. A atípica pode ficar irritada, comer demais, comer de menos, bater no peito.

    O sintoma existe. Ele só não chega em forma de queixa. E quando não chega em forma de queixa, vira “é do autismo” — e a investigação para ali.

    Por que ninguém explica isso

    Não é falta de bom médico. É falta de repertório com esse público.

    A maioria dos pais de crianças atípicas chega ao consultório com queixas que outros médicos não identificaram — não por descuido, mas porque os sinais não estavam dentro do padrão esperado.

    Reconhecer dor numa criança que não a comunica exige ter visto muitas vezes. Exige perguntar coisas que não estão no roteiro da consulta pediátrica comum. E exige tempo: nada disso aparece em quinze minutos.

    É por isso que a investigação de comorbidade fica de fora — não porque alguém achou que não importava, mas porque a pergunta nunca foi feita.

    Como é a consulta

    Quatro etapas, nesta ordem

    01

    Escuta antes de conclusão

    A história vem primeiro, inteira, com o tempo que precisar. O que você observa em casa é dado clínico, não impressão de mãe preocupada.

    02

    Investigação do que não foi investigado

    Sono, intestino, saúde metabólica, seletividade alimentar, sinais de dor. Com exames quando indicados e escalas validadas quando indicadas.

    03

    Plano individual, escrito

    O que fazer, em que ordem, e o que reavaliar em quanto tempo. Sem pacote pronto.

    04

    Alinhamento com quem mais cuida

    Fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo, psicopedagogo e escola. O acompanhamento não termina na porta do consultório.

    Uma ressalva

    Nenhuma investigação garante resposta. Algumas crianças melhoram muito quando uma dor não identificada é tratada; outras seguem com o quadro e o ganho é outro. O compromisso é investigar direito — não prometer desfecho.

    Quem atende

    Dra. Joana Jazbik no consultório, no Recreio dos Bandeirantes.

    Dra. Joana Jazbik

    Médica formada pela Universidade Gama Filho em 2011, com residência médica em Pediatria pelo Hospital Municipal Lourenço Jorge, concluída em 2014.

    Atende crianças e adolescentes no Recreio dos Bandeirantes, com atuação dedicada a neurodesenvolvimento — autismo, TDAH e as condições que costumam vir junto.

    • Médica CRM 919241-RJ · registro em nome de Joana Sardenberg Jazbik
    • Pediatria RQE 31025
    • Residência Médica em Pediatria Hospital Municipal Lourenço Jorge, 2012–2014 · CNRM/MEC nº 329.161
    • Pós-graduação em Abordagem Integral no Autismo e TDAH Não EspecialistaCentro Universitário UniAmérica · 420h · 2023
    • Pós-graduação em Psiquiatria Infantil Não EspecialistaUniversidade São Judas Tadeu · 534h · 2023
    • Tratamento Sistêmico da Síndrome Autista Não Especialista30h · 2023

    Onde ela fala sobre isso

    O que as famílias contam

    Avaliações públicas de pacientes

    Assertiva no diagnóstico, empática com a família e detalhista nas explicações.
    Denise S.Consulta verificada · Doctoralia
    Entende e sabe conduzir o tratamento do meu filho autista nível 3 de suporte.
    Cristiane O.Consulta verificada · Doctoralia
    Conversa com a gente de maneira simples, clara. Muito atenciosa, pontual e muito transparente.
    Cris.Consulta verificada · Doctoralia
    Meu filho nasceu prematuro, passou 10 dias na UTI e eu fiquei desesperada por causa do quadro dele. […] Desde o início a Dra. Joana nos deu todo amparo e atenção. […] Ela também não para de estudar, vai a congressos, sempre procurando prestar um atendimento melhor a seus mini pacientes.
    TalitaConsulta verificada · Doctoralia

    Sobre estes depoimentos

    Depoimentos espontâneos de pacientes, reproduzidos a partir de avaliações públicas e verificadas no perfil da Dra. Joana Jazbik no Doctoralia, editados apenas por corte. Relatos individuais não representam garantia de resultado; cada caso é avaliado individualmente em consulta.

    Perguntas frequentes

    Quanto custa a consulta?

    A consulta é particular, sem convênio. O valor é informado no primeiro contato pelo WhatsApp, junto com a duração e o que a avaliação inclui. Você recebe recibo para reembolso, se o seu plano oferecer.

    Meu filho já tem diagnóstico. Faz sentido?

    Faz — é justamente o caso mais comum aqui. O diagnóstico responde uma pergunta; as queixas de sono, intestino, alimentação e irritabilidade são outras, e continuam merecendo investigação depois dele.

    E se meu filho ainda não tem diagnóstico nenhum?

    Também faz sentido. A avaliação começa pelo que você está vendo, não por um rótulo que ainda não existe.

    Vocês atendem online?

    A primeira avaliação costuma ser presencial, no Recreio: examinar a criança e observar como ela reage faz parte do diagnóstico, e isso não dá para fazer bem por tela. Consultas online existem e são avaliadas caso a caso — no primeiro contato a Dra. Joana vê se o seu caso é um deles.

    Onde fica?

    Av. das Américas, 12.900 — Ala Argentina, Bloco 1, Sala 503, Recreio dos Bandeirantes. O atendimento é de segunda a sexta, das 9h às 18h.

    Em quanto tempo meu filho melhora?

    Não há resposta honesta para essa pergunta antes de avaliar. Quem promete prazo está adivinhando.

    Conte o que você está vendo

    Escreva com as suas palavras. Você recebe retorno pelo WhatsApp.

    Já tem diagnóstico?

    Prefere falar direto? WhatsApp (21) 97155-0559